RÁNKING DE ALGODÓN SOSTENIBLE

10 octubre 2017

En su segunda edición, el relevamiento evaluó el desempeño en términos de sostenibilidad de las mayores 75 empresas del sector a nivel mundial.

El 2 de octubre se publicó el segundo Ránking de Algodón Sostenible. En esta edición fueron evaluadas las mayores 75 empresas del sector a nivel mundial, más del doble de las que participaron del relevamiento en 2016.

El estudio es una iniciativa de Solidaridad, PAN UK (Pesticide Action Network – UK) y WWF y tiene por objetivo estimular la transformación del mercado del algodón a lo largo de toda su cadena de valor. El desempeño de las empesas fue evaluado en tres áreas: políticas, cadena de suministro y trazabilidad.

Las mejores cinco empresas clasificadas en 2017 fueron, por orden: (1ª) Ikea, (2ª) Tchibo, (3ª) C&A, (4ª) Marks and Spencer y (5ª) Hennes & Mauritz. Ellas lideran en términos de prácticas sosteniblbes y obtuvieron entre 50 y 100 puntos en el ránking. Las siguiente ocho empresas de la lista alcanzaron entre 25 y 50 puntos. Le siguen 18 empresas con entre 5 y 25 puntos, mientras que las 44 restantes alcanzaron menos de 5 puntos.

C&A duplica su puntaje

 

Por segundo año consecutivo, C&A se encuentra entre las tres empresas mejor calificadas. En 2016 había alcanzado el segundo lugar y este el tercero. A pesar de haber descendido un puesto en el ránking, C&A fue la compañía que más incrementó su puntaje de un año al otro, prácticamente duplicándolo respecto del año pasado.

 

En Brasil, Solidaridad lleva adelante en conjunto con el Instituto C&A e proyecto "Tejiendo Valor - Producción de algodón Sostenible en la Agricultura Familiar". La propuesta del proyecto es desarrollar un modelo de producción familiar de algodón sostenible en dos regiones del semiárido brasileño: Catuti, al norte del estado de Minas Gerais y Guanabi, al sudoeste del estado de Bahía. A través de este modelo se espera atraer a empresas del sector textil con fuerte inserción en mercados nacionales e internacionales para integrar a los productores familiares dentro de sus cadenas de suministro.

 
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Ranking do algodão sustentável

Em sua segunda edição, o levantamento avaliou os desempenhos em sustentabilidade das 75 maiores empresas do setor no mundo

Foi lançado nessa segunda-feira, 2 de outubro, o segundo Ranking do Algodão Sustentável (http://www.sustainablecottonranking.org). Nessa edição, foram avaliadas as 75 maiores empresas do setor em todo o mundo, mais que o dobro das 36 que integraram o levantamento em 2016.

O estudo, uma iniciativa da Solidaridad com a PAN UK (Pesticide Action Network – UK) e a WWF, tem por objetivo estimular a transformação do mercado de algodão por meio de toda a cadeia de valor do setor. As empresas foram avaliadas segundo seu desempenho em três áreas: política, cadeia de fornecedores e rastreabilidade.

As cinco empresas melhores classificadas em 2017 são, pela ordem: (1ª) Ikea, (2ª) Tchibo, (3ª) C&A, (4ª) Marks and Spencer e (5ª) Hennes & Mauritz. Elas lideram as praticas sustentáveis e obtiveram entre 50-100 pontos no ranking. As oitos companhias seguintes, alcançaram entre 25-50 pontos. Dezoito delas tiveram entre 5-25 pontos, enquanto as 44 restantes marcaram menos de 5 pontos.

C&A dobra sua pontuação

Pelo segundo ano consecutivo, a C&A está entre as três melhores classificadas. Em 2016, ficou em segundo lugar e, neste ano, em terceiro. Apesar da classificação abaixo do ranking anterior, a C&A foi a companhia que mais ampliou sua pontuação, que praticamente dobrou de uma pesquisa para outra.

No Brasil, a Solidaridad desenvolve em parceria com o Instituto C&A o projeto Tecendo Valor - Produção de Algodão Sustentável na Agricultura Familiar. Aplicado em duas regiões do semiárido, no norte de Minas Gerais, em Catuti; e em Guanabi, no sudoeste da Bahia, tem como proposta construir um modelo sustentável de produção familiar de algodão e atrair empresas do setor de fibras e vestuário, com forte inserção em mercados nacionais e internacionais, para ter nos produtores familiares uma de suas fontes de suprimentos.