Com sede em Lima, a Solidaridad América do Sul executa dez programas de desenvolvimento na Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Peru e Paraguai. A partir de uma agricultura de baixo carbono e práticas climaticamente inteligentes, trabalhamos a sustentabilidade das cadeias produtivas, com atenção especial à inclusão socioeconômica de produtoras e produtores rurais. Além disso, o envolvimento dos setores público e privado é chave para dar escala às mudanças que queremos.

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TRAJETÓRIA

  • Solidaridad publica os resultados de um estudo inédito sobre balanço de carbono na agricultura familiar na região do Pará, que permitirá que pequenos produtores sejam integrados a estratégias públicas e privadas para promover soluções produtivas de baixo carbono no bioma Amazônia.

  • Solidaridad realiza os primeiros estudos estatísticos sobre o papel das mulheres nas cadeias de fornecimento de ouro, café, algodão, leite e soja no Peru, Bolívia, Colômbia, Brasil e Paraguai.

  • Plataforma de Comércio Sustentável na Colômbia (PCS) conclui sua primeira fase, demonstrando que concorrentes comerciais podem colaborar em desafios comuns à sustentabilidade. Nos primeiros quatro anos, a Plataforma alcançou um total de 91.655 hectares sob manejo sustentável de café, banana e palma, 140.165 toneladas de café certificado/verificado, 117.839 toneladas de óleo de palma certificado redungo a norma RSPO e 38 milhões de caixas de bananas certificadas. Treinou 65.314 produtores em café e 496 em bananas e trabalhou ativamente com 69 organizações.

  • Por meio de 36 projetos no Brasil, Argentina e Paraguai, o Programa Soy Fast Track Fund atinge área total de 1.480.998 hectares sob manejo sustentável, equivalente a aproximadamente 4.442.994 toneladas de soja. Essa conquista, em parceria com 3.435 produtores e 26 organizações, demonstra que a produção responsável de soja, que respeita o meio ambiente e as comunidades, é possível e rentável.

  • Solidaridad abre seu escritório no Paraguai, de onde realiza projetos com foco em modelos de produção de soja, gado e erva-mate adaptados à legislação ambiental em vigor na região leste para a conservação da Mata Atlântica do Alto Paraná.

  • Solidaridad abre seu escritório na Colômbia e assume a secretaria técnica da Plataforma para o Comércio Sustentável (PCS), cujo objetivo é reunir os setores público e privado para criar estratégias que fortaleçam o desenvolvimento sustentável da agricultura na Colômbia, especialmente o café, óleo de palma, a banana e flores.

  • Solidaridad lança o programa global de apoio ao produtor "Farmer Support Program" (FSP), com recursos do governo holandês. São lançados projetos de soja (Bolívia e Paraguai), cana-de-açúcar (Brasil), palma (Brasil, Colômbia e Equador) e pecuária (Brasil, Paraguai e Uruguai).

  • Solidaridad abre escritórios na Argentina e no Brasil, de onde os projetos dos dois países e também do Sul da Bolívia e Uruguai serão geridos.

  • Solidaridad desenvolve um sistema integrado no Brasil para melhoria contínua no setor agrícola. Os primeiros guias de autoavaliação são criados para que os produtores saibam o status de suas práticas em relação à legislação nacional e diferentes padrões de sustentabilidade. Em 2012, foi desenvolvida uma plataforma on-line para o processamento de dados dos guias e a geração de relatórios individuais e em grupo. Eles fornecem recomendações para o planejamento do processo de melhoria contínua em campo.

    Hoje, o sistema está disponível para pecuaristas e produtores de soja, cana-de-açúcar, erva-mate, palma, cacau, algodão, laranja e flores.

  • Solidariedade é cofundadora e se tornou membro ativo das Mesas Redondas de Soja (RTRS), Óleo de Palma (RSPO), Cana-de-Açúcar (Bonsucro), Algodão (BCI) e Pecuária (GRSB). Estas são iniciativas que buscam integrar o setor privado para a adoção de padrões mínimos de sustentabilidade em todas as cadeias de valor.

  • O primeiro escritório internacional da Solidaridad fora da Holanda é inaugurado em Lima, no Peru, de onde são realizados projetos de café, banana e mineração.

  • Sob o comando de Nico Roozen, Solidaridad inicia uma campanha para apoiar o café sustentável na Holanda, com grande adesão da sociedade civil—que levará à criação da Fundação Max Havelaar e ao primeiro selo do Comércio Justo para café.

DIRETOR DE PAÍS

  • Rodrigo Castro Diretor de País

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